quinta-feira, 1 de janeiro de 2009

DIA MUNDIAL DA PAZ


"Nada se perde com a paz; tudo se pode perder com a guerra" - Pio XII

"Paz! Paz! Nós renovamos hoje esta solene súplica. Nós suplicamos a todos os Governantes a não permanecerem surdos perante este grito da Humanidade. Que façam tudo que está ao seu alcance para salvar a paz." - João XXIII

"Porque, se o desenvolvimento é o novo nome da paz, quem não deseja trabalhar para ele com todas as forças?"
- Paulo VI

"Que ninguém se iluda de que a simples ausência de guerra, mesmo sendo tão desejada, seja sinónimo de uma paz verdadeira. Não há verdadeira paz sem vir acompanhada de igualdade, verdade, justiça e solidariedade"
- João Paulo II

"No mundo global de hoje, resulta de forma cada vez mais evidente que só é possível construir a paz, se se assegurar a todos a possibilidade de um razoável crescimento: de facto, as consequências das distorções de sistemas injustos, mais cedo ou mais tarde, fazem-se sentir sobre todos. Deste modo, só a insensatez pode induzir a construir um palácio dourado, tendo porém ao seu redor o deserto e o degrado." - Bento XVI


Neste primeiro dia do ano cívil de 2009, um ano que se adivinha de grandes provações, cada membro da Sociedade Cívil deve assumir o compromisso de defender a paz e lutar contra todo o tipo de situações que a coloquem em perigo em qualquer um dos cinco continentes da Terra. Com esperança, exprimo o augúrio de:

- Um ano em que os atentados terroristas não voltem a atingir aqueles que nada têm a ver com as causas em questão!

- Um ano em que as regiões como o Líbano, Iraque, o Médio Oriente, o Zimbabué, o RDCongo, o Darfur e Somália, desvastadas há tempo de mais por conflitos fracticidas tenham uma oportunidade para a paz!

- Um ano em que as democracias cresçam e se expandam por todos os países que ainda não a conhecem e em que a Justiça Social e a Solidariedade se expandam levando esperança e prosperidade às regiões mais desfavorecidas do planeta.

- Um ano em que os Governantes se esforcem por diminuir as graves discrepâncias de rendimentos dentro dos países e entre países, assumindo o combate à pobreza como uma prioridade, em nome da igualdade de oportunidades e de um estado de maior equilíbrio e harmonia em todo o mundo.

- Um ano em que haja um triunfo do respeito dos Direitos Humanos através de um profundo respeito dos Deveres Humanos daqueles que têm mais poder.

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