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sábado, 6 de junho de 2009

Carta de Despedida

Queridos colegas:

Hoje é um dia de grande felicidade para todos nós.

Não só por ter sido o último dia de aulas deste ano lectivo, mas porque o mesmo encerra um importante ciclo das nossas vidas.

Hoje, nesta noite de gala, a alegria do presente cruza-se com a nostalgia do passado e a expectativa do futuro.

Afinal sempre foram muitos, os anos que passamos nesta escola da qual nos despedimos para enfrentar um novo desafio nas nossas vidas.

Entramos putos de palmo e meio e hoje saímos quase uns homens e umas mulheres. Durante este período que passou tão depressa, crescemos em altura e em maturidade. É espantoso ver como mudamos tanto ao longo destes anos.

Nesta escola passamos momentos mais que importantes da nossa adolescência.

São sentimentos que a linguagem não expressa e emoções que as palavras não sabem traduzir.

São as visitas de estudo com tantas histórias para contar; as partidas e as malandrices pregadas a colegas, funcionários e professores; as aulas; os intervalos; os estudos até queimarem as pestanas (ou não).

São também as pessoas com quem nos cruzamos.

Os colegas e amigos que aqui fizemos e com os quais partilhamos todos estes momentos de descoberta e aprendizagem.

As funcionárias e os funcionários, uns mais bem dispostos que outros, uns mais nossos amigos que outros, mas sempre presentes e sempre importantes, mesmo quando nos impediam de fazer as nossas asneiras ou de faltar aquelas aulas para quem ninguém tinha pachorra para ir.

Os professores que afinal não são apenas aquelas criaturas odiosas que querem que estudemos a sua disciplina 25 horas por dia, mas homens e mulheres que nos preparam da melhor maneira que podem e que sabem para o mundo que nos espera lá fora.

A todos agradecemos por estes anos magníficos. Certamente que a memoria não se apagará.

Estamos orgulhosos por ter pertencido a esta escola e a esta instituição, por tudo o que ela nos proporcionou na construção da nossa identidade, mas cientes que também contribuímos para o seu dinamismo, ao longo destes anos.

Nesta noite de gala, em que nos vestimos a rigor, juntamo-nos para dizer um “adeus”, que nada mais é que um “até já”, e um “boa sorte” que nada mais é que um incentivo para continuarmos a subir a montanha da vida.

É um caminho duro, é um caminho árduo, é um caminho difícil, mas é o caminho que fará de nós os homens e as mulheres que irão mudar o mundo.


Carlos Alberto Videira
5 de Junho de 2009

terça-feira, 31 de março de 2009

18 anos


Sim, eu sei, tenho andado bastante afastado deste blog. De facto, o tempo começou a escassear aqui e ali e o estímulo para vir cá postar qualquer coisa foi desaparecendo. Motivos para cá vir não faltaram: a visita do Papa a África, o caso Freeport, a final da Taça da Liga foram excelentes tópicos de reflexão nos últimos dias e sobre os quais tenho uma opinião própria que entretanto acabei por não deixar aqui.

Em primeiro lugar devido a algum trabalho. O 2º período acabou há dias com excelentes resultados (média aritmética de 19,0 valores), estive em algumas iniciativas como o Parlamento Jovem, o Governo Sub-18 e o Concurso Prof. Xavier Pintado. Acrescente-se a minha práctica desportiva na Escola Desportiva de Viana e dois trabalhos de projecto relacionados com o Darfur e a Rede Social do Concelho de Caminha e tive umas semanas bastante preenchidas, mas também muito produtivas. No fundo estava a fazer coisas que gosto, que por outro lado fizeram com que a actividade de blogger ficasse um pouco em stand-by.

Mas regresso hoje, no dia em que completo 18 anos. Não que este acontecimento seja mais relevante que outros que deixei passar, mas porque no fundo esta é uma data simbólica e engraçada na vida de qualquer pessoa. E regresso, porque este blog faz parte de mim e da minha curta história: orgulho-me do que tenho feito por aqui, constato com agrado o meu contínuo processo de amadurecimento e recordo a forma como fui crescendo.

São apenas 18 anos: algumas vitórias que soube saborear, algumas derrotas que tive que aceitar e muitos momentos que partilhei com muitas pessoas e que fazem de mim aquilo que sou hoje.

Espero que Deus me conceda a graça de mais alguns anos de vida e como dizia A. Lincoln de muita "vida nos anos", porque sinto que ainda muito está por escrever.

Tudo depende de mim e da forma como eu encarar as coisas, estou certo. Afinal, "o futuro não é uma coisa que venha, somos nós quem vamos ter com ele".

quinta-feira, 24 de julho de 2008

A Estação Parva



Eis que estamos em plena silly season - a altura em que damos descanso aos neurónios, dizem-se umas parvoices e não se faz nada. As grelhas de programação da televisão mudaram, o parlamento foi de férias e o futebol ainda prepara o seu regresso envolto em polémica.

Os telejornais não passam muito para além disto: crise dos combustíveis continua; jovem morre afogado no rio, temperaturas a aumentar e jogador X que vai para o clube Y (que já é o seu favorito desde pequenino), mantendo-se do ano passado também a paixão pelos casos de duas crianças: Esmeralda e Maddie.

É também, a época em que se abrem os cordões à bolsa para gastar em souvenirs e em grandes negócios. Não admira portanto que isto só aconteça no Verão, quando todos estamos apanhados do clima a tentar esqueçer o ano que passou e preparar a tortura do próximo em plena vida de rei: praia, churrascada com os amigos e noitada.

A verdade é que também eu me sinto agora um pouco aparvalhado. Não por andar nesta vida, mas por estar todos os dias em contacto com eles e ve-los enquanto eu vou trabalhar de segunda a domingo (razão pela qual não tenho dado grande vida a este blog e os posts aparecem a horas tão tardias). A GNR anda por ai a passar multas como cães esfomeados e a verdade é que as pessoas também abusam e parece que sofrem de "preguicite aguda". A televisão, onde agora abundam as repetições de programas antigos, anda totalmente marada desde a Maré Alta ao Verão Total, passando pelas Tardes da Julia.

As pessoas sem o futebol e a politica como tema de conversa não sabem o que fazer. Ou seja anda tudo abananado. Mas não se importam porque afinal levam a vida que querem. E eu a ver e a pensar: O que é que eu ando aqui a fazer perdido neste filme? E interrogo-me: O que será pior. Estar apanhado do clima ou com a cabeça no lugar, mas envolta em problemas?

Sinceramente, não sei... mas isto é um ciclo que se repete todos os anos, por muitos que passem. Portanto, já faz parte do equilibrio do ser humano. Pelo menos do português.



"Feliz é aquele que nunca repara se está no Inverno ou no Verão." - Anton Pavlovitch Tchékhov

terça-feira, 15 de julho de 2008

Por quem os sinos dobram?

John Donne, poeta inglês do século XVI, no seu famoso texto “Meditações XVII”, escreveu um belíssimo trecho, mais tarde usado pelo escritor norte-americano Ernest Hemingway no seu romance “Por quem os sinos dobram”.

Citação essa transcrita aqui em inglês, abaixo traduzida e que sempre me encantou:

“No man is na island, entire of itself; every man is a piece of the continent, a part of the main. If a clod be washed away by the sea, Europe is the less, as well as if promontory were, as well as if a manor of thy friend’s or of thine own were. Any man’s death diminishes me, because I am involved in mankind; and therefore never send to know for whom the bell tolls; it tolls for thee”.

“Nenhum homem é uma ilha, sozinho em si mesmo; cada homem é uma partícula do continente, uma parte da Terra; se um torrão é arrastado para o mar, a Europa fica diminuída, como se fosse um promontório, como se fosse a casa dos teus amigos ou a tua própria; a morte de qualquer homem diminui-me, porque sou parte do género humano. E por isso não pergunyes por quem os sinos dobram; eles dobram por ti”.

Nenhum Homem pode viver sozinho. Todos nós somos todos interligados, e a perda de um ser humano é também a nossa perda. Nesse mesmo sentido, a morte de uma pessoa é a nossa própria morte, ou seja, cada vez que os sinos dobram, a humanidade perde algo precioso: uma vida, e, com ela, toda uma história. O som dos sinos é um lembrete de nossa própria mortalidade, da nossa própria fragilidade.

A perda de um familiar muito querido, este fim de semana fez-se mais uma vez perceber que aprender a lidar com a morte é no fundo aprender a viver. Muitas coisas ficaram por fazer ou por dizer mas a vida segue em frente com a recordação e a lembrança de todos os bons momentos que Deus permitiu que passassemos e dos quais devemos estar gratos. Ao meu avô Domingos, um muito obrigado por tudo e que descanse em paz. Um dia, estou certo, que nos voltaremos a encontrar.


"Morrer é apenas não ser visto. Morrer é a curva da estrada."-
Fernando Pessoa

segunda-feira, 28 de abril de 2008

OPTIMISMO

Uma mensagem muito bem disposta de optimismo que aqui quis partilhar, só para actualizar isto. Podem os dias que nos esperam ser muito cinzentos. Pode o futuro não ter uma direcção rectilinia. Pode o mundo ser um lugar muito grande para seres tão pequenos como nós. Não percamos a coragem nem o optimismo para agir perante aquilo que não é do nosso agrado. Vejamos em cada situação uma oportunidade. Vejamos em cada contrariedade uma forma de aprender mais. Vejamos em cada tristeza um caminho para uma alegria duradoura. Mas não nos limitemos a esperar. Ousemos agir, ousemos desafiar, ousemos melhor, ousemos a linha ténue que separa o amargo da derrota do doce da vitória! Ao ao ter essa fé de que é possivel poderemos ser cómicos, poderemos ser ridiculos, poderemos ser idiotas... mas tenhamos a certeza que não fosse essa fé e ainda hoje estariamos a partir pedra nas cavernas.


"Eu sou um optimista. Não me parece muito útil ser outra coisa"
Winston Churchill

segunda-feira, 31 de março de 2008

Aniversário

Não costumo falar de mim neste blog. Só muito raramente. Não me acho importante a esse ponto muito sinceramente. Mas hoje decidi abrir uma excepção. Tudo porque há 17 anos nascia este rapaz a quem decidiram por o nome de Carlos e que sou eu.

No balanço de uma vida curta não encontro vitórias nem derrotas, não encontro pontos altos nem pontos baixos. Encontro apenas "momentos, uns desligados dos outros, que têm dado cor à minha e que fui e vou partilhando com todas as pessoas que se cruzaram no meu caminho, daquelas que nunca esqueço e continuam por uma vida inteira aquelas cujo encontro foi efémero mas intenso.

Tem sido momentos que ainda hoje me fazem rir e alegrar, chorar e desiludir, surpreender e revoltar, fazendo muito daquilo que sou hoje.

Neste dia, fica o propósito de continuar a conviver com a experiência humana, sem qualquer tipo de juízo de valor. Fica o propósito de preencher ainda mais os dia da minha existência e dos demais. E assim eu continuarei a ser feliz se perceber que apesar de toda dor e incompreensão que possa existir, há momentos que valem por uma vida, e vidas que podem mudar outras se houver a predisposição de usufruir deste mundo tão belo no qual vivemos.


PARABÉNS PARA MIM! :D



PS: Convém não esquecer apesar da importância do meu aniversário (!?) que hoje um pouco por todo o mundo, milhares de pessoas se uniram naquele que foi o "Dia de Acção Global pelo Tibete" onde os demais Grupos de Apoio ao Tibete solicitaram que a tocha Olímpica não atravesse áreas Tibetanas, ao mesmo tempo que pretenderam lembrar ao mundo o quanto os Tibetanos estão a sofrer. Em Portugal, a manifestação deu-se pelas 19 horas em frente ao Comité Olímpico de Portugal Apesar de não ter a oportunidade de lá ter estado, fica a lembrança de alguém que pretende ver o povo tibetano em liberdade o mais depressa possível.

sexta-feira, 29 de fevereiro de 2008

Ao Serviço...

De facto tem estado dificil de vir cá actualizar isto, devido aos trabalhos múltiplos que tenho tido para fazer: ele é a escola, ele é o basquetebol onde sou respectivamente delegado de turma e capitão de equipa. Ele é a iniciativa Parlamento Jovem. Ele é a Campanha porDarfur. Ele é os trabalhos da paróquia na Quaresma. Ele é tudo e mais alguma coisa. Não me posso queixar, porque a nada disto fui obrigado. Fui eu que me propus para melhor poder servir os outros, que no fundo é a grande razão de viver, na minha perspectiva.

Na minha opinião uma vida só vale a pena se for vivida a pensar nos outros, tentando fazer o pequeno mundo que nos rodeia, que é o mundo dos nossos amigos, da nossa familia, da nossa comunidade. De facto, é bastante gratificante poder ouvir um obrigado. É bastante gratificante saber que fizemos algo para melhorar um bocadinho a vida dos outros. Porque de nada serve ser feliz, se a nossa felicidade não puder ser compartilhada por aqueles com quem partilhamos a nossa vida.

É assim que eu espero fazer a minha vida: estendendo a mão. Sabendo que uma palavra ou uma boa acção no momento certo pode ajudar muito. Sabendo também que sempre que nos dedicamos aos outros, deixamos de parte o nosso eu: passamos a ser menos egoístas, partilhamos experiências, tomamos como nossos os problemas dos outros e compreendemos melhor o ser humano em si. E é por isso que eu começei desde já, sabendo que daí não vem nada. Mesmo que tenha que fazer alguns sacríficios, é gratificante e como cristão que sou é uma obrigação. E podem crer que um grande sacrificio foi este de ficar tantos dias afastado do meu querido blog. Sem dar as minhas ideias sobre os problemas em Timor, a educação, a independência do Kosovo. Também não será agora que o vou fazer: o que já foi dito, foi muito bem dito e no momento certo.

Na verdade os acontecimentos também não têm fugido muito à mesma história de sempre, sobretudo no nosso país. Infelizmente, porque temos um país onde o Primeiro Ministro é mau, mas a oposição é ainda pior. Por isso em nada me surpreende a sondagem de ontem da Universidade Católica para o JN/RTP/ANTENA 1.

As legislativas de 2009, são provavelmente as primeiras em que irei exercer o meu direito de voto. Muito sinceramente talvez seja um voto em branco. Tudo dependerá muito das listas apresentadas do circulo eleitoral do distrito (Viana do Castelo). Se o PS de Sócrates tem avançado com um autoritarismo e uma arrogância que apenas lhe fica mal, para além das gaffes hilariantes da incompetência dos ministros. Temos hoje um país mais pobre, mais desigual, menos solidário e um governo que apenas trabalha para as estatisticas e que é incapaz de ouvir aqueles que estão a ser alvo de reformas incompreensiveis.

Surge a pergunta: quem fará melhor? Será Luís Filipe Menezes, que não tem um discurso capaz nem uma única proposta séria e credivel para tirar o país do caos onde está. Não me parece. E ao nível dos pequenos partidos? Será o voto no CDS que Portas tomou de assalto e até tem feito uma boa oposição, mas que é incapaz de ter uma imagem credivel depois da passagem pelo último governo de coligação, um bom voto? Será o PCP capaz de se libertar do discurso que usa há 34 anos sem mudança de forma nem conteúdo? Será o BE capaz de deixar de ser um partido utópico, adaptando-se à realidade do país e da Europa? E os votos em pequenos partidos? Talvez o voto PNR fosse bom para assustar os nossos politicos para a fraca qualidade de democracia que tem o nosso país, tal como aconteceu com Le Pen em França? E o PND, o novo partido "dos feirantes e dos ciganos" segundo o seu líder?

No fundo, tudo isto traduz a falta de confiança que hoje temos nos partidos, devido à fraca credibilidade das suas principais caras, à sua retórica, às sucessivas acusações pessoais que fazem uns aos outros e que retira a atenção dos problemas do país: dois milhões de pobres, inflação, subida de 50% do preço do pão... Devido também à incapacidade dos politicos de lutar pelos interesses do país em detrimento dos interesses de cada partido. Partido esses que continuam endividados tal como vi numa reportagem do Jornal de Notícias, devido aos grandes banquetes dos comicios ou aos brindes e cartazes de tempo de eleições que em parte pagamos.

Começei este post a falar de servir os outros. Quem governa está lá por vontade do povo, para o representar, prestar contas, compreender os problemas do país ouvindo todos os que têm algo a dizer. Ministro vem do latim "ministru" e é "o que serve, ou que ajuda" ou mesmo "o escravo". Todavia, esta humilde palavra veio a designar, na linguagem política, uma função elevada: Ministro da Economia, Ministro da Cultura, etc. Ministro significa então servo: servo do Estado, servo do povo, servo da sociedade. O Chefe do Governo é então, o primeiro de entre todos os servidores.

E infelizmente, não vejo hoje, com a excepção de um ou outro, politicos com esta capacidade: a de servir. É pena...

terça-feira, 8 de janeiro de 2008

A Ambição

"Quem quer mais do lhe convém
perde o que quer e o que tem"

do Pe. António Vieira
no "Sermão de Santo António aos Peixes" (13-06-1654)


Hoje, num mundo cada vez mais competitivo, todas as pessoas querem mais e melhor; ou seja, são muito mais ambiciosas do que há algumas dezenas de anos. Ora, se isso tem as suas coisas boas, as más sobrepõem-se, certamente, muito mais. Por isso é que a ambição é cega e não olha a meios para atingir os fins.

É o que acontece com um dos problemas económicos e sociais mais grave: a corrupção. Nos países onde a corrupção é o "pão-nosso de cada dia", as pessoas vivem no limiar da pobreza. E um ou dois espertalhões "recebem" por todos eles. Porque a ambição é cada vez maior. Aumenta, e resulta sempre em detrimento dos outros. Muitos são deixados para trás no processo de desenvolvimento.

É a ambição que determina graves problemas de relacionamento entre colegas, e até com amigos. Pois os tempos de convivência harmoniosa e colectivismo já lá vão. A ambição, indefectivelmente, define-se como individualista radical e sem limites.

Dir-se-á que é ela que nos proporciona o nível de vida existente; que tal não teriamos atingido sem o seu contributo ao longo dos tempos. Mas, ... será realmente bom o "nível de vida" de que gozámos? Será, com efeito, um nível razoavelmente bom para todos?

Dir-se-á também que a ambição consiste em não se resignar. Mas, eu, a isso, chamo "persistência".

Dir-se-á, inclusive, que todos queremos dar mais e melhor aos que amamos. Mas, por exemplo, para dar um excelente telemóvel ao filho, ou aquela roupa da marca "X" à filha, ou aquela viagem romântica à esposa, ou ..., privá-los - a todos eles- da presença, da atenção, do carinho, ... do pai, que fica a fazer horas extraordinárias?

Por isso, contra a ambição sem limites, é preciso fazer algo. Porque um carro e uma boa casa não justificam tudo. Porque nada disso levamos connosco ou marcará o nosso nome junto daqueles com quem vivemos. Aliás, que histórias contaremos nós aos nossos netos?

sexta-feira, 16 de novembro de 2007

Em Mudanças


BEM, O DIA DE HOJE FOI PARA MOLDAR O ASPECTO DO BLOG E HABITUAR-ME AO NOVO SERVIDOR. FOI O DIA PARA CONHECER A NOVA CASA E ARRUMAR AS TROUXAS QUE TROUXE COMIGO (LINKS E TAL)
AMANHÃ, SERÁ PARA COMEÇAR A SÉRIO.



PS: MUITO OBRIGADO AOS QUE TÊM NOS COMENTÁRIOS, ELOGIADO E ASSINALADO ESTES DOIS ANOS A BLOGAR. O VOSSO GOSTO POR ESTE BLOG, É CONCERTEZA O MAIOR INCENTIVO PARA CONTINUAR NESTE CAMINHO...