Citação essa transcrita aqui em inglês, abaixo traduzida e que sempre me encantou:
“No man is na island, entire of itself; every man is a piece of the continent, a part of the main. If a clod be washed away by the sea, Europe is the less, as well as if promontory were, as well as if a manor of thy friend’s or of thine own were. Any man’s death diminishes me, because I am involved in mankind; and therefore never send to know for whom the bell tolls; it tolls for thee”.
“Nenhum homem é uma ilha, sozinho em si mesmo; cada homem é uma partícula do continente, uma parte da Terra; se um torrão é arrastado para o mar, a Europa fica diminuída, como se fosse um promontório, como se fosse a casa dos teus amigos ou a tua própria; a morte de qualquer homem diminui-me, porque sou parte do género humano. E por isso não pergunyes por quem os sinos dobram; eles dobram por ti”.
Nenhum Homem pode viver sozinho. Todos nós somos todos interligados, e a perda de um ser humano é também a nossa perda. Nesse mesmo sentido, a morte de uma pessoa é a nossa própria morte, ou seja, cada vez que os sinos dobram, a humanidade perde algo precioso: uma vida, e, com ela, toda uma história. O som dos sinos é um lembrete de nossa própria mortalidade, da nossa própria fragilidade.
Adaptado de http://www.partes.com.br/ed48/reflexao.asp
A perda de um familiar muito querido, este fim de semana fez-se mais uma vez perceber que aprender a lidar com a morte é no fundo aprender a viver. Muitas coisas ficaram por fazer ou por dizer mas a vida segue em frente com a recordação e a lembrança de todos os bons momentos que Deus permitiu que passassemos e dos quais devemos estar gratos. Ao meu avô Domingos, um muito obrigado por tudo e que descanse em paz. Um dia, estou certo, que nos voltaremos a encontrar.
"Morrer é apenas não ser visto. Morrer é a curva da estrada."- Fernando Pessoa





1 comentário:
Orgulho-me de ti!Beijo
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