
domingo, 30 de novembro de 2008
Massacre na capital financeira da Índia

sexta-feira, 14 de novembro de 2008
Para quê!?
Como aluno do Ensino Secundário repugnam-me várias situações! Como membro da Direcção da Associação de Estudantes da minha escola, já analisei este ano um ou outro manifesto para convocação de greves nacionais e devo que eles primam pela ignorância, pela insensatez e pela lunaticidade, com argumentos falsos ou mal fundamentados. Se o caso das faltas justificadas tem razão de ser, os protestos pela falta de educação sexual nas escolas ou facilidade de expulsar alunos consagrada no novo Estatuto do Aluno não têm qualquer pertinência.
No fundo, todo este alarido não passa da iniciativa de dois ou três iluminados por escola que convocam greves por sms anónimas com uma linguagem deprimente, apenas para terem pretexo para faltar um dia às aulas.
Depois, o resultado está a vista! Não há uma preocupação em fazer com que as coisas mudem, poucos são os entrevistados pela comunicação social que sabem dizer porque fazem greve e ocorrem incidentes que em nada dignificam o nome dos estudantes junto da opinião pública.
Assim, nunca seremos levados a sério! A greve é um direito que tem que ser utilizado com responsabilidade, para que a nossa voz seja ouvida pelos governantes! E isso não se faz com insultos pessoais, ovos, tomates ou laranjas! Faz-se com conhecimento de causa e coerência!
quinta-feira, 13 de novembro de 2008
Presidente sudanês anuncia cessar-fogo no Darfur

A declaração foi feita perante algumas personalidades internacionais, em Cartum, a capital do Sudão.
Euronews
UMA OPORTUNIDADE PARA A PAZ OU UMA ESTRATÉGIA PARA ESCAPAR ÀS RESPONSABILIDADES!?
OS PRÓXIMOS TEMPOS O DIRÃO!
segunda-feira, 10 de novembro de 2008
Bloggers Unite for Refugees

This Nov. 10, all eyes will be on BlogCatalog members and bloggers who participate in Bloggers Unite For Refugees. Will you be one of them?"
Tudo, porque estes milhões de seres são obrigados por conflitos de que não são responsáveis, consciências que incomodam mas a que têm direito ou catástrofes naturais que podem e devem ser prontamente resolvidas, a deixar tudo o que têm de mais precioso: o seu lar, o seu próprio espaço de pertença, seja ele material ou simbólico, onde se inclui a habitação, a família, a comunidade e o próprio país, rumando assim a um futuro incerto de receios e angústias numa vida que mais não passa do que sobrevivência.
domingo, 9 de novembro de 2008
Habemus President!
Na terça feira deixei-me ficar acordado até à divulgação da vitória do Senador do Illionis no Ohio e que não me deixaram muitas dúvidas sobre o resultado final. Antes de me deitar, reflecti num dado novo que a imagens mostravam: milhares de pessoas a correr pelo melhor lugar para o sítio onde Obama faria o seu discurso naquela noite, como se de uma estrela rock se tratasse.
Na verdade talvez seja esse o primeiro grande desafio de Obama nos primeiros tempos: descolar-se da imagem de candidato, de opiniões descomprometidas com o poder e por isso capaz de falar livremente, para passar a ser o presidente de todos os americanos e conduzir o país à mudança que todo o mundo anseia.
O plano é ambicioso, mas possível se o candidato não ceder aos fortes lobbies de guerra dos Estados Unidos. Se a crise financeira o fez descolar de John McCain é certo que agora é tempo de fazer o país sair da mesma. Se as promessas do encerramento de Guantanamo, do fim da presença norte-americana no Iraque, de uma forte intervenção no Darfur e de um combate mais eficaz às alterações climáticas seduziram o mundo, agora é tempo de concretizar tais desejos!
De início não tive dúvidas em declarar o meu apoio a Obama pela força que o mesmo trazia e as promessas de mudança! Mantenho tudo o que disse, porque apesar de alguma falta de conteúdo patente em algumas questões ele traz a esperança que o mundo precisa e a vontade de incluir que se opõem à vontade de excluir do seu predecessor, o desastrado George Walker Bush.
Mas não nego o contributo de McCain para elevar o nível da eleição mais concorrida de sempre. A sua posição correcta, apenas pecou pela escolha de Sarah Palin para a vice presidência, um autêntico desastre. O discurso da concessão de John McCain é o resumo de uma vida: um discurso calmo, coerente, inteligente e sincero de alguém que apesar de todas as contrariedades se continua a sentir o homem mais sortudo à face da Terra e do homem que apesar da idade tem ainda uma visão de futuro e uma vontade enorme de apoiar Barack Obama, o seu presidente, percebendo o significado desta campanha e recusando mais uma vez os apupos de quem o ouvia ao novo inquilino da Casa Branca. Sai pela porta grande. Parabéns e Obrigado!
Quanto a Obama, é hora de arregaçar as mangas! A 20 de Janeiro de 2009, começa uma nova era...
segunda-feira, 3 de novembro de 2008
12º F assinala o Dia Mundial da Poupança
Depois de assinalar o Dia Mundial da Alimentação e de assinalar o Dia Internacional para a Erradicação da Pobreza, a turma de Sociologia do 12º F voltou a assinalar mais uma data junto da comunidade escolar, desta feita, o Dia Mundial da Poupança.
Para tal foram elaborados vários cartazes de sensibilização que foram espalhados pela escola e dois mealheiros para recolha de fundos para a conta solidária da escola, colocados no GAP e no bar.
O ponto alto deste dia aconteceu por volta das 10h10m com uma Sessão de Esclarecimento com o jurista da delegação da DECO em Viana do Castelo e que se dirigiu aos alunos do 11º F e 12º F.
O tema da poupança voltou a ser tema com a actual crise financeira internacional que segundo o Presidente do Tribunal de Contas, Guilherme d'Oliveira Martins, deve-se, em parte significativa, à desvalorização da poupança, hábito que é "indispensável" retomar.
Desde 2004 que a poupança dos portugueses mantém uma trajectória decrescente, acompanhando a redução da capacidade de financiamento e contrastando com o aumento do endividamento.
Vários especialistas têm lembrado que os portugueses poupavam mais quando eram mais pobres e desafiam o Estado a criar formas sólidas de aplicação de poupanças.
domingo, 2 de novembro de 2008
Está chegar ao fim a novela do ano 2008
Comecei como um apoiante entuasiasta de Barack Obama, ao qual dediquei um ou dois posts neste blog, expressando o meu apoio, mas hoje a minha posição é mais confusa que nunca. De tal forma, que em conversa de café, já admiti, que se fosse americano, ponderaria em votar em John McCain
Passo a explicar agora a forma como vivi este complexo processo que se aproxima agora da recta final.
No ínicio das primárias nunca havia ouvido falar de um John McCain. E para mim não haviam dúvidas: Giuliani seria o eleito dos republicanos, na linha George W. Bush. A minha indignação por 8 anos de politicas aberrantes do ex-governador do Texas, fizeram com que eu nem sequer olhasse muito para esse lado da campanha, excepto quando ouvi falar de Huckabee, com quem muito me ri, fosse pelo seu bom humor contagiante ou por algumas posições fundamentalistas e ultrapassadas.
A minha atenção estava no lado democrata e em Hillary, Barack e Edwards, que debatiam de forma apaixonante. E aqui nunca tive dúvidas. Barack Obama era o melhor candidato. Para além da sua incrível capacidade oratória, apresentava-se como um candidato supra-racial, agente da mudança, empenhado numa América mais moderada na politica externa, opondo-se à guerra no Iraque e a Guantanamo! Visto que Edwards arrumou rapidamente, Hillary foi a sua adversária, com uma campanha agressiva, feminista e pouco objectiva, que pouco me entusiasmou.
Alegrei-me como nunca antes em política externa quando vi que Barack Obama era o eleito democrata e então, entramos numa outra fase da corrida presidencial. De um lado tinhamos um jovem de 46 anos e do outro um experiente de 72, já que Giuliani havia sido rapidamente posto fora da corrida, surgindo o veterano para ocupar o lugar que muitos pensavam ser do primeiro.
Aos poucos fui conhecendo a história e as ideias de John McCain e a minha admiração pelo mesmo disparou: pela forma correcta como sempre tratou Obama, pelo seu passado no Vietname, por as suas posições contrastantes com as do aparelho repúblicano.
Não foi por isso que deixei de apreciar Obama, embora me desiluda por vezes quando o vejo defender a pena de morte para casos extremos, entre outros, da mesma forma que McCain me assusta quando fala do "tempo de guerra" que está para vir e da necessidade de vitória dos EUA.
Também posso dizer que a escolha dos vices me voltou a desiludir. Obama escolheu Biden, que votara a favor da intervenção no Iraque que Obama tanto criticara, sobretudo em debates com a senadora Clinton, o que esfriou as minhas expectativas sobre a mudança que a sua vitória podia trazer. McCain escolheu Palin, para captar as mulheres e os conservadores. Uma escolha que entusiasmou muita gente, mas como se tem visto pelas declarações de Palin, se revela muito perigosa.
Hoje, não tenho candidato. Mantenho as palavras que dirigi a Obama quando lhe declarei o meu apoio, mas não nego que McCain não lhe fica nada a trás, e que não será uma catástrofe se o primeiro não ganhar, tal como os dois dizem quando interrogados um sobre o outro, dada a sua admiração mútua, apesar das divergências que mantêm relativamente a algumas questões fundamentais. Mas estou feliz, porque pela primeira os americanos se dirigem às mesas de voto com duas opções credíveis, competentes e responsáveis. E com a esperança de um futuro risonho, aconteça o que acontecer...
E por isso, seja qual for o resultado, endereço desde já os parabéns ao vencedor e um agradecimento ao vencido, pelo contributo que deu à política mundial nestes meses!
sexta-feira, 31 de outubro de 2008
Insensibilidade!
Caro bloguer:
No ano passado contámos com a sua ajuda para divulgar a nossa luta pela qualidade de vida dos trabalhadores com deficiência. O eco que a nossa luta teve na blogosfera foi fundamental para aumentar a sua visibilidade.
Como tínhamos alertado nessa altura, o aumento da carga fiscal foi brutal. O governo na altura da apresentação da proposta de orçamento para 2009 conseguiu fazer passar a ideia que iria haver uma redução da carga fiscal esquecendo-se de referir que essa possível redução só se verifica em comparação com os aumentos que decorreram da eliminação dos benefícios fiscais.
A campanha mediática está montada.
"Deficientes voltam a ter mais benefícios fiscais em 2009" - Agência Financeira.
"Governo reduz impostos para os contribuintes com deficiência em 2009" - Público
Os títulos são estes, mas a realidade é muito diferente.
É preciso divulgar à opinião pública o que realmente se passa com os impostos dos trabalhadores com deficiência, dizendo: imagine se os seus impostos tivesse aumentado assim.
Não temos assessores de imprensa para fazer títulos de jornal, por isso agradecemos que passe esta mensagem a todos os seus contactos.
É urgente, a discussão do Orçamento é feita num mês.
Email enviado aos colaboradores do MTPD (Movimento dos Trabalhadores Portadores de Deficiência)
sábado, 25 de outubro de 2008
Uma guerra onde ela não existe...
Ponto número 2: sou fã incondicional do Gato Fedorento, aprecio o seu humor e a sua inteligência e achei o sketch alusivo ao Magalhães um dos mais geniais do quarteto.
E dito isto lamento o barulho que se tem feito à volta do Magalhães, embora aceite que quem não gostou do sketch e tem uma opinião, a exprima com toda a liberdade. No entanto, considero que quando se avança com queixas ferozes dirigidas à ERC, estamos a entrar num caminho algo fundamentalista.
Em primeiro lugar porque acredito que a sátira não é dirigida aos católicos e muito menos tem a intenção de os ofender. Esta é uma sátira à obcessão de Sócrates com o Magalhães que o defende "religiosamente", se posso usar o termo.
A 23 de Setembro, o IOL Diário noticiava:
Será o «Magalhães» o «Santo Graal»?
Não é o «Cálice de Cristo», mas o efeito neste Governo poderá ser similar, pela figura central e irradiadora que se tornou o computador «Magalhães». Os olhos de Sócrates brilham, os autarcas elogiam o arrojo, a empresa americana que os vende salienta «o caso português» e as crianças já só pensam em ir à Internet. Será o «Magalhães» o «Santo Graal»?
Talvez, até tenha sido deste artigo que nasceu a rábula. Miguel Gois disse mesmo que, e passo a citar: «Não estávamos à espera disto, porque não é um sketche que vise directamente a religião, é sobre uma acção de formação do Magalhães. Não tem nada a ver com a Igreja e quem souber ler o sketche vê exactamente isso. Foi a nossa forma de tratar humoristicamente o tema, as pessoas é que não souberam interpretar»
E porque entendo que a liberdade de expressão não deve ser diferente da liberdade de humor, eu não vi neste sketch, nem nesta notícia nenhum tipo de ofensa.
Acho que uma critica tão feroz, com direito a sugestão de queixa à ERC é demasiada. Tudo porque reflecte um pouco a Igreja Católica na qual uma das coisas em que não me revejo, é o facto de se levar demasiado a sério e ser por vezes intolerável ao contrário do que Cristo sempre foi.
Nestas ocasiões lembremos o que Cristo nos disse: "Não julgueis para não serdes julgados, pois, conforme o juízo com que julgardes, assim sereis julgados; e, com a medida com que medirdes, assim sereis medidos.", "Aquele que tiver sem pecado que atire a primeira pedra".
E por isso, não esqueçamos os erros da Igreja Católica ao longo dos séculos, que tantas vidas custaram e que obrigaram João Paulo II a um pedido de desculpas a todos que sofreram por pensarem de um modo diferente.
Não esqueçamos que não há muito tempo, Bento XVI teve algumas declarações que também ofenderam o mundo muçulmano, tendo-se na altura, multipliado os apelos à tolerância.
Valha-nos o bispo das Forças Armadas e da Segurança, D. Januário Torgal Ferreira, que é tantas vezes aquela lufada de ar fresco. Fã dos "Gato" declarou o seguinte ao JN: "Tenho de dizer que o vi . Habitualmente entro em colisão com determinadas formas de pensar, mas esse em nada me feriu. Quem não tiver humor que não veja".
Subscrevo!!!
sexta-feira, 24 de outubro de 2008
12º F assinala o Dia Internacional para a Erradicação da Pobreza
Uma recolha de alimentos e de roupa, cartazes de sensibilização espalhados pela escola, um contador informático com o número de mortes devido à pobreza extrema em todo o mundo e uma sessão de esclarecimento, foram a forma encontrada pela turma de Sociologia do 12º F para abordar o tema da pobreza, sobretudo aquela que afecta a nossa comunidade.
As actividades começaram no dia 14 de Outubro, data em que foi colocado no hall de entrada um placar alusivo ao tema da pobreza com alguns caixotes para recolha de alimentos e de roupa. Recolha essa que se revelou bastante proveitosa, dada a forte adesão à campanha, que fez com que a mesma se prolongasse até ao dia 31 de Outubro.
Entretanto, foi no dia 17 de Outubro, Dia Internacional para a Erradicação da Pobreza, que se verificou o maior número de actividades que começou com a afixação de cartazes alusivos à pobreza e a passagem de um contador com o número de mortes devido à pobreza extrema, sendo que por volta das 10h10m ocorreu a Sessão de Esclarecimento “A Pobreza na Nossa Comunidade” levada a cabo pela psicóloga Carla Oliveira e que se dirigiu aos alunos do 12º F.
O Dia Internacional para a Erradicação da Pobreza foi criado por iniciativa do Pe. Joseph Wresinski, fundador do movimento ATD Quarto Mundo, a 17 de Outubro de 1987, quando colocou no átrio do Trocadero, em Paris, uma lápide «pelas vítimas da miséria». A iniciativa foi reconhecida pela ONU em 1992.





