Sabemos que o seu sucesso, num mundo globalizado onde os países têm fortes relações de interdependência, está em muito dependente da reacção da comunidade internacional.
sábado, 5 de julho de 2008
Momentos de Libertação
Sabemos que o seu sucesso, num mundo globalizado onde os países têm fortes relações de interdependência, está em muito dependente da reacção da comunidade internacional.
sexta-feira, 4 de julho de 2008
Obrigado mister!
Foi exactamente há quatro anos...
Há exactamente quatro anos, foi o dia em que eu tive maior orgulho em ser português, em pertencer a esta nação recatada, por vezes com medo de vencer. Mas nesse dia não: o país estava unido e na rua como há muito não estava. De bandeira na janela e cachecol na mão todos se emocionavam quando soava "A Portuguesa".
Há exactamente quatro anos. Portugal chegou pela primeira vez à final de uma grande competição internacional sénior. É certo, não conseguimos vencer... mas todas as emoções vividas compensaram o sabor amargo daquela derrota... não chegamos ao paraíso... mas como dizia a letra "tiramos os pés do chão".
E tudo isto porque um homem, chamado Luiz Felipe Scolari, estrangeiro até por sinal, conseguiu perceber que o futebol ultrapassa as bancadas de um estádio, transportando a bandeira para perto dos portugueses. Nesses dias, Scolari, repito um estrangeiro, fez mais pelo patriotismo e pela lusofonia do que décadas e décadas de retórica. Afinal é esse o bom poder do futebol...
Scolari continuou entre nós, durante mais quatro anos, e nós nem sempre soubemos agradecer tudo o que fez por nós. A forma como saiu foi por demais inglória. É certo que houveram alguns momentos menos bons, mas porque é que um momento mau tem que anular noventa e nove bons? Porque é que no erro todos apontam o dedo e na vitória ninguém fala? Porque é que no futebol um dia és bestial e no dia seguinte és besta? Uns dirão que é a magia do futebol e do desporto em geral. Eu chamo-lhe ingratidão, incoerência e falta de espirito critico.
A sua saída deixa-me particularmente triste e espectante sobre o futuro da selecção e da sua relação com os adeptos. Lembro, que mesmo depois do Euro 2004, muitas bandeiras continuaram nas janelas e durante o Mundial 2006 e mesmo durante o último Euro 2008, os banhos de multidão, fora de terras lusitanas foram uma constante.
Mas mais do que a relação entre jogadores e adeptos, para quem diz que Scolari é apenas um bom psicologo, os resultados também estão à vista: é de longe o seleccionador com mais vitórias de sempre na selecção nacional.
Por isso, quatro anos depois daquele que foi o dia mais bonito da minha vida como português só posso agradecer a Scolari tudo que nos deu, desejar muitas felicidades no Chelsea e dizer que o seu legado jamais será esquecido... porque também ele se confunde com uma parte do legado português.
Haverá sempre um antes e um depois de 4 de Julho de 2004, haverá sempre um antes e um depois de Scolari. Haja o que houver...
quarta-feira, 2 de julho de 2008
Bloco Central: Porque não?
A conjuntura internacional é cada vez pior. Portugal depois de sair de uma crise económica interna, pode não ter forças para não sair de uma nova crise económica, mas desta vez internacional. Mas há uma crise que o Governo ainda não conseguiu vencer e é a mais grave, para a qual parece não haver solução à vista: é a crise social, que veio a reboque da primeira e pode piorar com a segunda, deixando os portugueses num pacote de profundo pessimismo.
E para tirar Portugal desta situação são precisos os melhores, independentemente da área politica mais à Esquerda ou mais à Direita, que com dinamismo, competência e pés bem assentes no chão, façam o país voltar a sorrir.
terça-feira, 1 de julho de 2008
Fundamentalismos
Li há dias uma noticia no Público onde constava que na inauguração de um campanário de uma Igreja qualquer na Sardenha, o primeiro ministro italiano, chegada a hora da comunhão se havia dirigido ao altar para comungar, sendo que o bispo que presidia à cerimónia o convidou gentilmente a sentar à luz da Doutrina da Igreja Católica.
Tal acontecimento suscitou algum debate tendo o papa Bento XVI vindo a público reforçar a proibição da comunhão aos divorciados dizendo que "só os puros" a podem receber.
Ao mesmo tempo o papa recebia por estes dias o Presidente dos Estados Unidos da América, George W. Bush, que ao que parece se irá converter ao catolicismo depois de sair da presidência, numa decisão idêntica à de Tony Blair.
Acho que a questão da comunhão deve responder à consciência pessoal, fruto da liberdade concedida por Deus a todos os homens. O divórcio não é quanto a mim um pecado mortal, mas muitas vezes um mal necessário fruto de muitos factores que não cabe a ninguém julgar.
Mas o que me custa verdadeiramente como católico, é ver a minha Igreja rejeitar a comunhão a divorciados como Berlusconi e outros desconhecidos, que vêm nesta solução muitas vezes a única saída para a felicidade quanto nem sequer Jesus Cristo condenou a mulher da Samaria a que pediu de beber e que já ia no sétimo esposo, para depois receber de braços abertos e com toda a pompa e circunstância homens como Tony Blair e George W. Bush que estiveram na origem da Guerra do Iraque, a que João Paulo II se opôs com todas as suas forças e autoridade. Poderão eles comungar? Serão eles puros?
Não me parece...
segunda-feira, 30 de junho de 2008
Breve Apontamento sobre o Euro 2008

domingo, 8 de junho de 2008
A primeira está no papo...

quinta-feira, 5 de junho de 2008
Está-se a fazer história...
Barack Obama será o candidato democrata às presidenciais americanas
04.06.2008 - 02h02 Rita Siza, Washington
Com Obama, triunfa uma nova forma de fazer politica onde o que importa não é a experiência mas a vontade de mudar e romper com o actual estado de coisas. Espera-se pelo fim da guerra do Iraque, por uma maior respeito pelo planeta e pelo ambiente, por um país menos arrogante na politica externa e mais empenhado nos direitos humanos, por um país forte e seguro de todos e para todos sem distinção de sexo, religião, cor ou classe social.
Obama é o primeiro negro a concorrer à presidência dos Estados Unidos da América, sem nunca se ter referido a esse facto durante a campanha para captar votos, com excepção daquele triste episódio protagonizado pelo seu reverendo. Tal facto, é o concretizar do sonho de Martin Luther King, divulgado no seu famoso discurso de 1963 em Washington, num momento em que se lutava pelo fim da segregação racial. Que todas as pessoas pudessem ser julgadas pelo valor do seu caracter e não pela cor da sua pele.
É o que se está a passar agora com Obama. Boa Sorte!!!
quarta-feira, 4 de junho de 2008
FLP partiu há 10 anos

Magnífico Reitor da Universidade de Coimbra,
Senhor Presidente do Conselho Directivo da Faculdade de Direito da Universidade de Coimbra,
Senhor Dr. Jacinto Lucas Pires,
Senhora Dra. Maria Teresa Almeida Garrett e restantes filhos, Rafael, Martinho e Simão,
Senhores Deputados,
Prezados amigos e colegas do Doutor Francisco Lucas Pires,
Senhoras e Senhores,
Conheci bem o Doutor Francisco Lucas Pires. Com ele privei. E dele guardo a memória de um homem a quem foi concedido pouco tempo, demasiado pouco para tudo aquilo que tinha para dar.
Diz-nos a intemporal sabedoria grega que aqueles que partem cedo são amados pelos deuses. Estou certo de que concordarão comigo se vos disser que este português cosmopolita, que jamais esqueceu a sua Coimbra – a Lusa Atenas a que regressava, simbolicamente dir-se-ia, quando perdeu a vida - foi, sem dúvida, amado pelos deuses do Olimpo.
Sabemos que Francisco Lucas Pires viveu intensamente e que, em todas as dimensões da sua vida e, sobretudo, como homem de família, académico e político, fruiu na plenitude o seu tempo.
Recordo que em Francisco Lucas Pires havia muito que nos cativava: a sua inteligência superior, a vastidão da sua cultura humanista, a sua simpatia transbordante, o seu riso espontâneo.
Quando revejo a sua imagem sorridente, não posso deixar de pensar que há uma virtude purificadora no riso. Aqueles que têm um profundo sentido de humor e possuem, por natureza, um génio pacífico, detêm, como ninguém, a chave do pensar lúcido e inteligente.
Lucas Pires foi um homem político que soube, como poucos, usar a palavra para influenciar aqueles que o ouviam. Ele conhecia bem o poder do discurso. Disse-nos mesmo que “só por dentro de uma língua vamos directamente ao coração das coisas e das pessoas”.
Dominava essa capacidade única de, para cada ideia, encontrar a melhor palavra e de, assim munido, alcançar a consciência dos seus ouvintes para aí, onde já não há barreiras à sedução, convencer.
Tamanho poder sobre os homens seria, em muitos casos, perigoso. Não em Francisco Lucas Pires.
O verbo era-lhe fácil, mas nunca fútil, e estava sempre ao serviço das suas convicções e do seu pensamento generoso, sem concessões ao populismo oportunista ou à retórica vazia.
Por vezes, é certo, também o colocava ao serviço das suas paixões, como a paixão pelo seu Benfica. Chegou ao ponto de dizer, decerto exagerando, ao menos no que lhe respeitava, que “só os golos nos tornam fluentes”.
Na elegância do seu discurso transparecia sempre o sentimento e a verdade. Sentia-se nele uma sinceridade efusiva, algo de que hoje tanto temos falta.
Homem de convicções seguras, soube ser-lhes fiel. Escolheu a autenticidade de quem crê, mas não se encerra na sua crença. Por isso, sempre tolerante, fundou a sua compreensão pelos outros na “fortaleza das próprias convicções”, segundo a sua própria expressão.Por tudo isto, continuamos a ser, dez anos depois, convocados para um encontro com a palavra de Francisco Lucas Pires. Sobretudo, com a palavra que ele dedicou à Europa.
Cada homem tem o dever de abraçar os desafios que a história do seu tempo lhe impõe. Podendo fazê-lo de dois modos: ou com a razão fria ou com a paixão arrebatadora. Francisco Lucas Pires fê-lo, singularmente, com a razão e com a paixão.Apaixonou-se pela ideia europeia. Mas também teve a lucidez de, tal como os pais fundadores da Europa, ser um visionário que soube combinar sabiamente utopia e pragmatismo, afinal o mote que inspirou a integração europeia.
Abraçou, desde o primeiro momento, uma convicção: a de que o sentido maior de Portugal é ser europeu e de que fazemos parte por inteiro do devir colectivo da Europa.Fiel a essa convicção, Francisco Lucas Pires teve, ainda antes da adesão e, depois, como deputado e vice-presidente do Parlamento Europeu, uma acção permanente e apaixonada na defesa do nosso futuro comunitário e dos interesses do nosso País na Europa. Portugal deve-lhe muito pelo talento, pela clarividência e pela lucidez com que travou esse combate.
A sua intervenção política foi sempre reflectida, porque assentava numa vontade intensa mas nem por isso menos prática de alterar profundamente as condições reais da vida política portuguesa.
O seu pragmatismo obrigou-o, na primeira hora, cerca de dez anos antes da adesão, a alertar os portugueses para o esforço árduo e prolongado que era necessário realizar e sem o qual nos arriscávamos, como disse então, a “vestir o casaco de peles da Europa sem ter sequer roupa interior”.
Por entre a roupagem tantas vezes burocrática da Europa real, Francisco Lucas Pires sempre soube vislumbrar um ideal de liberdade, de tolerância e de abertura. Sonhou, verdadeiramente, uma nova Europa.
Mais do que como uma associação de Estados com intuitos económicos, compreendeu a Europa como a realização de um projecto genuinamente humanista. Recordo uma frase sua que ilumina o pensamento europeu de Francisco Lucas Pires: “A politização e a democratização da União só podem, de resto, impelir a uma consolidação dos direitos e suas garantias, produzindo uma comunidade mais de povos, grupos e indivíduos e não quase exclusivamente de Estados”.
Visionário, como poucos, para Lucas Pires o século XXI só seria europeu se a União fosse um modelo de unidade aberta e solidária e se o pluralismo fosse a sua essência estrutural. Uma unidade a construir democraticamente e em paz. Para usar as suas próprias palavras uma “unidade política e democrática, com base no cidadão”.
Foi, também, um grande pedagogo da ideia europeia.
Procurou, incessantemente, traduzir num discurso acessível e sedutor a imagem dessa Europa, a Europa, afinal, que lhe fazia ter esperança num destino colectivo comum.
Nunca esqueceu, em qualquer caso, as suas raízes. Terá sido um português europeu ou foi, antes, um europeu português?
Foi, acima de tudo, um português e um europeu de corpo e alma, sempre convicto, sempre genuíno, sempre entusiasta.
Um português que vincou a importância da cultura portuguesa – que entendia como “uma certa ideia comum sobre o que somos”, ou seja, aquilo “que diz respeito à própria permanência do país”.
A cultura, disse-o no momento em que apresentava a sua visão como Ministro, é justamente o domínio em que “Portugal continua a ser mais vasto do que a sua geografia” porque, afinal, “somos o país europeu que mais cedo se fez ao largo”, e fomos nós que “carregámos uma cultura comum através do mundo”.
A cultura europeia, justamente. Aí, nessa singularidade que, do mesmo passo, nos faz europeus, podemos, disse-nos Francisco Lucas Pires, encontrar o sentido da nossa permanência.
Foi nesse projecto duradouro de um Portugal europeu que Francisco Lucas Pires encontrou a razão de ser da sua acção política porque o nosso viver comum democrático exige, de novo por palavras que nos legou, “que o futuro valha sempre mais do que o passado”.
A vida de Francisco Lucas Pires é, sem dúvida, uma vida plena de ensinamentos. Por isso, aqueles que o recordam com saudade têm o dever de dar um sentido existencial à rememoração.
Eis o sentido que procuramos e que Lucas Pires encontrou, seguindo a ordem inspiradora de um poeta maior:
“Põe quanto és no mínimo que fazes.” (Fernando Pessoa)
Aprendemos, assim, pelo exemplo, que temos o dever de, a cada momento, encurtar a distância entre aquilo que sabemos que devemos ser e aquilo que, não obstante, somos.
Temos, em suma, o dever de sermos dignos de nós próprios e daqueles que nos amam e nos admiram. Como Francisco Lucas Pires o foi. Brilhantemente.
Aníbal Cavaco Silva, Presidente da República
31 de Maio de 2008
terça-feira, 3 de junho de 2008
Movidos a Vontade de Vencer
A selecção nacional partiu este domingo para a Suiça onde vai disputar o próximo Campeonato da Europa de Futebol. Mesmo depois de tanta polémica e tanta contestação na fase de qualificação é emocionante ver como os portugueses ainda se mobilizam e se unem para apoiar a selecção vá ela onde for.
Se houve de facto coisa que Scolari trouxe, para além dos resultados, os melhores de sempre, foi o orgulho de ser português que há muito andava perdido. Sabemos hoje, que mais que não seja, de dois em dois anos vamos andar um mês de bandeira em punho, a cantar "A Portuguesa" e a vibrar com os feitos conquistados em nome deste país.
A explicação é simples: ao longo da nossa história houve poucas coisas em que nós conseguimos ser bons e no futebol nós hoje, somos dos melhores, estamos na elite.
E para isso tivemos que trabalhar um pouco mais que os outros, precisamente por isso: porque somos portugueses e as super potências sempre olharam com desconfiança para quem honestamente, com espirito de sacrificio, aplicação, profissionalismo, ambição e sem poderio financeiro conseguiu chegar onde chegou.
É esse o nosso orgulho na selecção e nos seus jogadores, que são hoje os nossos maiores embaixadores no mundo, e nos fazem esquecer todos os problemas que atravessamos e que é uma boa noticia para o governo, pois o preço dos combustiveis e a questão das pescas passarão para um plano secundário mal a bola começe a rolar.
Esta será a primeira grande competição sem qualquer representante da chamada Geração de Ouro. A despedida de Luís Figo no último Mundial significou o depois dessa geração que marcou o futebol nacional.
Fala-se hoje da falta de liderança e de entrosamento entre jogadores, mas sabemos que a união faz a força. E essa não faltará de certeza absoluta.
Agora é hora de apoiar e desejar:
BOA SORTE MEU QUERIDO E AMADO PORTUGAL!
domingo, 1 de junho de 2008
PSD: The End

Já na SIC as dificuldades foram maiores. Santana Lopes esteve em boa forma e ninguém contava com a excelente performance de Patinha Antão.
No final, foi este o caminho escolhido por 37% dos militantes. Talvez um resultado um pouco à quem do esperado, sendo que os restantes candidatos com a excepção de Patinha Antão ficaram muito próximos.
Pareceu-me que Ferreira Leite não tem ainda um projecto concreto para o país. Tem apenas algumas ideias soltas, que se irão conectando com o tempo. Nesse trabalho deverá contar com os restantes candidatos, se quiser unir o partido. Há o medo que Ferreira Leite seja mais do mesmo: mais Sócrates.
De facto, Sócrates tem um espírito reformista que sempre foi imagem de marca do PSD e talvez lhe provenha do tempo em que militou na JSD. Mas enquanto Ferreira Leite se define mesmo como social-democrata (apesar de não saber explicar muito bem o que isso é) Sócrates não é um homem de esquerda nem de direita: é um homem de poder. Talvez isso seja o principal factor diferenciador: Ferreira Leite tem uma frontalidade e personalidade forte que é de louvar. E isso vê-se na forma como assume a sua posição em relação à politica de impostos: apesar da minha opinião ser de que há impostos que devem sofrer uma pequena alteração, vê-se que a nova presidente do PSD não anda a enganar ninguém. Já Sócrates diz hoje uma coisa diferente a cada dia da semana. Trata-se de credibilidade e de não dar aos portugueses mais falsas esperanças.
Em relação aos candidatos derrotados, Passos Coelho, consegue apesar de tudo um bom resultado e deve continuar a crescer no espaço partidário. É um liberal, o que não sei até que ponto favorece o país, mas oferece uma imagem de mudança, algo que urge. Pedro Santana Lopes é um aventureiro: depois de tantos casos e derrotas apresentou-se de novo e não fez má figura. Apresentava um excelente programa baseado numa maior coesão territorial, que diminuísse as assimetrias. Mas quando falta a credibilidade já se sabe como é. Patinha Antão, apareceu nesta campanha vindo de pára-quedas e sem apoios, mas fez boa figura. Teve no debate da SIC o seu ponto alto. Apresentou boas propostas, mas já se sabia que a imagem é tudo. E ele não a tinha.
Assim sendo, termina mais um capítulo na história recente do atribulado Partido Social-Democrata: um partido com vocação do poder, mas que nos últimos 13 anos, governou apenas 3. Com Manuela Ferreira Leite, o partido encerra o capitulo Luís Filipe Menezes, que aqui tem uma grande derrota, após os ataques constantes à candidata e aos seus apoiantes. O PSD, continua sem o seu presidente no Parlamento, mas tem agora voz junto de Cavaco no Conselho de Estado. Os resultados, veremos em 2009. Até lá, é altura de serenar os ânimos e cerrar fileiras para os grandes combates políticos que se aproximam: legislativas, autárquicas e europeias.
Post Scriptum: A demagogia da Esquerda é bem patente no nosso país. A Lei da Paridade foi proposta pelo PS e aprovada pela Esquerda como grande marca de modernidade. O PSD, partido de Centro Direita, votou contra: deve-se estar na política por mérito e não por quota. Os resultados são os seguintes: PS não cumpriu a lei nas últimas eleições regionais da Madeira enquanto no PSD, é eleita a primeira presidente de um partido em Portugal. Sem Leis da Paridade...




